Boa tarde a todos!
Não poderia deixar de passar aqui para poder demarcar esses dois meses até minha viagem de retorno ao Canadá. São menos de 9 semanas, exatamente 8 semanas e 5 dias!
Ainda estou fazendo as contas, que estão apertadas por sinal. O coração começa a ficar bem apertado, bem mesmo. Sou muito ligado principalmente ao meu irmão mais novo e à minha mãe, daí fico pensando como será conviver com essa distância.
Não sou totalmente desconhecido desse temido sentimento (saudade). Na verdade fui muito bem apresentado a ele quando deixei minha casa no dia 29/05/2006 com minhas irmãs, meu irmão e minha mãe rumo à minha primeira viagem internacional e sozinho (eles só foram comigo até o aeroporto, rs). Com a cara e a coragem segui para um treinamento de dois dias na capital do mundo (NYC), com toda sua vida e versatilidade. Depois desse treinamento segui para o estado americano da Virginia (simplesmente apaixonante) onde fiquei no meio do mato em um acampamento de verão por dois meses e meio. Lá fui muito feliz e muito triste, fiquei extremamente homesick.
Enfim, foi justamente por essa experiência, e pela outra que passei no Texas, no ano seguinte, nove meses exatos após a minha volta para o Brasil, que sinto estar "vacinado" contra a saudade. Sei que vai ser duro, mas sei também que é chegada a hora.
Que venham então o Québec e todas as experiências que me aguardam em dois meses e além!!!
À tôt.
Mathieu!
domingo, 26 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Viagem ao Canadá - de Confins ao Pierre Elliot Trudeau II
Continuando o post anterior!
Após liberado pelo agente de imigração dos Estados Unidos, fui redirecionado para a esteira de bagagens. Peguei as duas malas e antes de sair da área de acesso restrito (passageiro) do aeroporto Kennedy fui até o agente de alfândega para averiguação de minhas malas. Logo que cheguei próximo, entreguei a ele o formulário onde tinha declarado portar comida e ele me perguntou do que se tratava. Falei que eram candies e daí ele me liberou. Finalmente saí da área restrita e estava de fato em solo americano.
Como tinha demorado muito tempo para os trâmites burocráticos e de fronteira, já estava mais ou menos apertado para sair do Keneddy e chegar ao LaGuardia. Uma grande amiga que estudou comigo no Ensino Médio me pegou no aeroporto junto do namorado dela e logo estávamos na área externa. O tempo estava chuvoso, ventando e com temperatura de 8 ºC. Comecei a sentir o gostinho do frio!!!
Colocamos as malas no carro e seguimos. Não me lembro exatamente em que lugar estávamos quando o pneu do carro furou. Imaginem, tempo chuvoso, um trânsito carregado e nós na faixa mais da esquerda. Um americano muito prestativo cruzou seu carro na pista atrás, liberando passagem para que conseguíssemos ir para o acostamento. Veio todo solicito nos perguntar o que havia acontecido e se ofereceu para ajudar a trocar o pneu. O tempo foi passando e minha amiga resolveu chamar um taxi para me levar ao LaGuardia. Qual não foi minha surpresa quando o mesmo americano se ofereceu para me levar ao aeroporto. Pegou minhas duas malas e colocou em seu carro. Me despedi de minha amiga e fui com o Allan.
Fomos conversando. Ele muito simpático puxou conversa querendo saber de onde eu era, o que fazia nos EUA, perguntou se era muito difícil para um brasileiro conseguir o visto americano, com o que eu trabalhava etc. Depois elogiou meu inglês, argumentado que o trabalho dele era se comunicar com gente do mundo todo e que por isso mesmo achava que eu falava muito bem o idioma. Fiquei todo feliz, rsrs!
Bom, chegando ao LaGuardia ele tirou as malas do carro, perguntou se eu tinha o contato de minha amiga caso acontecesse algum imprevisto. Fiquei chocado com a gentileza dele. Na verdade minha experiência com os americanos sempre foi muito positiva (desde os tempos de Texas e Virginia). O cara foi excepcional! Ah, só por título de curiosidade perguntei a idade dele: 26 anos.
Me dirige ao balcão da Air Canada, informei que estava indo para Montréal, despachei as bagagens e por fim, fui até uma lanchonete comer algo, estava starving. Comprei um cartão de telefone, liguei para o meu amigo em Montréal e para minha mãe em Belo Horizonte. Entrei pra sala de embarque e lá mofei, rsrsrs.
Meu voo que em primeiro momento estava marcado para sair às 19h50, foi remarcado duas vezes e só foi sair de NYC rumo à Montréal às 22h40. Motivo??? Uma têmpete de neige que estava chegando ao leste canadense. Tive sorte, pois os voos para Toronto haviam sido cancelado.
Entrei no avião e já quase sem forças, afinal estava acordado tinha mais de 20 horas, sentei na poltrona e relaxei esperando a decolagem. O voo transcorreu sem muitas dificuldades, excetuando-se as turbulências. Fui ver Montréal já quase pousando, apesar de escuro, estava tudo branquinho, reflexo da tempestade anteriormente citada.
O processo de ativação da residência foi super rápido. O que demorou foi a fila que estava enorme. A moça toda simpática me deu boas vindas, entregando algumas brochuras. Segui para a esteira, peguei as malas e o agente pediu para abrir, viu e depois averigou o quanto de dinheiro eu portava.
Saí da área restrita do aeroporto e finalmente avistei meu amigo, que tirou a foto abaixo. Estava no Canadá, rsrs!!!
Após liberado pelo agente de imigração dos Estados Unidos, fui redirecionado para a esteira de bagagens. Peguei as duas malas e antes de sair da área de acesso restrito (passageiro) do aeroporto Kennedy fui até o agente de alfândega para averiguação de minhas malas. Logo que cheguei próximo, entreguei a ele o formulário onde tinha declarado portar comida e ele me perguntou do que se tratava. Falei que eram candies e daí ele me liberou. Finalmente saí da área restrita e estava de fato em solo americano.
Como tinha demorado muito tempo para os trâmites burocráticos e de fronteira, já estava mais ou menos apertado para sair do Keneddy e chegar ao LaGuardia. Uma grande amiga que estudou comigo no Ensino Médio me pegou no aeroporto junto do namorado dela e logo estávamos na área externa. O tempo estava chuvoso, ventando e com temperatura de 8 ºC. Comecei a sentir o gostinho do frio!!!
Colocamos as malas no carro e seguimos. Não me lembro exatamente em que lugar estávamos quando o pneu do carro furou. Imaginem, tempo chuvoso, um trânsito carregado e nós na faixa mais da esquerda. Um americano muito prestativo cruzou seu carro na pista atrás, liberando passagem para que conseguíssemos ir para o acostamento. Veio todo solicito nos perguntar o que havia acontecido e se ofereceu para ajudar a trocar o pneu. O tempo foi passando e minha amiga resolveu chamar um taxi para me levar ao LaGuardia. Qual não foi minha surpresa quando o mesmo americano se ofereceu para me levar ao aeroporto. Pegou minhas duas malas e colocou em seu carro. Me despedi de minha amiga e fui com o Allan.
Fomos conversando. Ele muito simpático puxou conversa querendo saber de onde eu era, o que fazia nos EUA, perguntou se era muito difícil para um brasileiro conseguir o visto americano, com o que eu trabalhava etc. Depois elogiou meu inglês, argumentado que o trabalho dele era se comunicar com gente do mundo todo e que por isso mesmo achava que eu falava muito bem o idioma. Fiquei todo feliz, rsrs!
Bom, chegando ao LaGuardia ele tirou as malas do carro, perguntou se eu tinha o contato de minha amiga caso acontecesse algum imprevisto. Fiquei chocado com a gentileza dele. Na verdade minha experiência com os americanos sempre foi muito positiva (desde os tempos de Texas e Virginia). O cara foi excepcional! Ah, só por título de curiosidade perguntei a idade dele: 26 anos.
Me dirige ao balcão da Air Canada, informei que estava indo para Montréal, despachei as bagagens e por fim, fui até uma lanchonete comer algo, estava starving. Comprei um cartão de telefone, liguei para o meu amigo em Montréal e para minha mãe em Belo Horizonte. Entrei pra sala de embarque e lá mofei, rsrsrs.
Meu voo que em primeiro momento estava marcado para sair às 19h50, foi remarcado duas vezes e só foi sair de NYC rumo à Montréal às 22h40. Motivo??? Uma têmpete de neige que estava chegando ao leste canadense. Tive sorte, pois os voos para Toronto haviam sido cancelado.
Entrei no avião e já quase sem forças, afinal estava acordado tinha mais de 20 horas, sentei na poltrona e relaxei esperando a decolagem. O voo transcorreu sem muitas dificuldades, excetuando-se as turbulências. Fui ver Montréal já quase pousando, apesar de escuro, estava tudo branquinho, reflexo da tempestade anteriormente citada.
O processo de ativação da residência foi super rápido. O que demorou foi a fila que estava enorme. A moça toda simpática me deu boas vindas, entregando algumas brochuras. Segui para a esteira, peguei as malas e o agente pediu para abrir, viu e depois averigou o quanto de dinheiro eu portava.
Saí da área restrita do aeroporto e finalmente avistei meu amigo, que tirou a foto abaixo. Estava no Canadá, rsrs!!!
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
3 meses!
Pessoal, sei que estou muito sumido, mas é por que estou em uma completa roda-viva! Passo para demarcar esse momento importante. São 3 meses para resolver algumas pendências e seguir em busca de vida nova, com objetivos antigos, perspectivas novas e uma vontade gigantesca de concretizar sonhos.
Bom, vou lá. Volto em breve para continuar o post sobre a viagem ao Canadá.
À bientôt.
Mathieu
Bom, vou lá. Volto em breve para continuar o post sobre a viagem ao Canadá.
À bientôt.
Mathieu
terça-feira, 26 de abril de 2011
Faltam 4 meses!
Post super rápido, só mesmo para marcar essa data como um ponto de partida para uma contagem regressiva. Em quatro meses retorno para Montréal, porém dessa vez para ficar. Continuo tendo alguns assuntos para resolver e vou me esforçar bastante para tê-los solucionado antes de agosto. Já estou com os bilhetes comprados desde 07/04 e a viagem acontecerá em 26/08/2011 em um voo CFN-MIA-JFK-YUL.
Com um pouco mais de tempo, vou conversar com meu chefe, organizar bem minhas coisas e partir em definitivo para construir algo muito bom, com a benção de meu Pai Criador!
Bom, é isso.
À bientôt.
Mathieu.
P.s.: CNF (Aeroporto de Internacional Confins), MIA (Aeroporto Internacional de Miami), JFK (Aeroporto Internacional de New York) e YUL (Aeroporto Internacional de Montréal).
Com um pouco mais de tempo, vou conversar com meu chefe, organizar bem minhas coisas e partir em definitivo para construir algo muito bom, com a benção de meu Pai Criador!
Bom, é isso.
À bientôt.
Mathieu.
P.s.: CNF (Aeroporto de Internacional Confins), MIA (Aeroporto Internacional de Miami), JFK (Aeroporto Internacional de New York) e YUL (Aeroporto Internacional de Montréal).
sexta-feira, 25 de março de 2011
Viagem ao Canadá - de Confins ao Pierre Elliot Trudeau
Boa noite!!!
Sou enrolado, na verdade sou muito enrolado. Confesso que fiquei meio cansado após a viagem e, por isso, somente hoje venho começar a relatar os passos dessa viagem desde Confins (Aeroporto Internacional de Belo Horizonte) até o Pierre Elliott Trudeau (Aeroporto Internacional de Montréal). Bom, vamos lá por que o relato tende a ser longo.
Como sempre deixei para arrumar minhas malas no último momento. No dia 05/03 fui trabalhar na parte da manhã (entenda-se de 06h00 às 12h00) pois trabalho "é mato" na empresa onde me dignifico enquanto ser humano, rsrsrs. Não por acaso somos líderes de mercado! Cheguei em casa lá pelas 13h00 e fui logo dar uma olhada em algumas coisas que eu colocaria em cima de minha cama para já começar a organizar tudo. Minha mãe tinha ido ao centro da cidade comprar alguns acessórios como touca, luvas e mesmo roupa térmica para que eu não morresse congelado em Montréal, rsrsrs.
Para não prolongar muito, fui acabar de arrumar a mala eram mais ou menos 23h30. Tinha acordado 05h30 na manhã anterior e ia acordar na madrugada seguinte 03h30 para seguir para o aeroporto. Resumo da história, estava quase virando um zumbi! Mas a expectativa e o ânimo eram tão grandes, que nem me maculei com as poucas horas dormidas.
Tomei meu banho e num piscar de olhos, estava eu acordado. Chovia forte e continuamente em BH e depois de olhar os últimos detalhes, meu pai e eu nos dirigimos para portão de casa, onde um taxista já nos aguardava para nos levar até Confins. Levamos mais ou menos 50 minutos para chegar até o AITN (Aeroporto Internacional Tancredo Neves). Apesar de ser ainda 05h00 da matina a fila do embarque da TAM já estava grande. Fui logo entrando nela e chegando na atendente fui questionado sobre em qual endereço ficaria no Canadá e fiquei meio tenso pois ela achou "ruim" que meu passaporte já estivesse para vencer (dia 22/03). Argumentou que alguns países exigiam uma validade de tal documento de no mínimo 6 meses de validade a partir da data da viagem. No fim das contas emitiu o bilhete e fui direto para a sala de embarque pois já eram 05h40 e meu voo estava marcado para sair às 06h00.
Me despedi do meu pai. Logo estava dentro do A320 da TAM. Estava chovendo bem forte na hora em que decolamos rumo a Guarulhos (Aeroporto Internacional André Franco Montoro). O voo levou em torno de 01h10 e sem maiores problemas pousamos e já fomos redirecionados para o embarque internacional. O voo para New York partiria às 08h45. Na hora de entrar no avião novamente fui questionado sobre a validade de meu passaporte (que saco!), mas não reclamei, afinal era um profissional exercendo sua função. Outro questinamento foi feito sobre meu visto de imigrante. A moça perguntou por que estava indo tão em cima da hora, se meu visto tinha sido emitido em agosto do anos passado. Respondi que ainda estava válido e que por motivos diversos somente agora tinha ocorrido a possibilidade da viagem.
A bordo de A330-200 da TAM decolamos mais ou menos às 09h00 rumo a NYC. Delícia, rs!!! Uma senhora foi ao meu lado e durante todo o voo passei por situações cômicas. Primeiro ela me pediu para ajudá-la a ajustar algumas configurações para que pudesse assistir filmes e ouvir músicas no sistema de entretenimento do avião. Até aí tudo bem. Ajudei inúmeras vezes. Em algum momento ela me perguntou o que eu estava indo fazer nos EUA. Respondi que na verdade estava indo para o Canadá para ativar meu status de residente permanente daquele país. Ela sem a menor cerimônia comentou: - Nossa, não sabia que o Canadá estava facilitando assim a entrada de emigrantes. Pensei comigo e com todo respeito: Gente, o que essa encantadora senhora quer dizer com isso?
Voltei a ajudá-la durantes as refeições e na hora de preencher o formulário de entrada nos EUA, comentei com a comissária que não estava indo para lá e o que deveria colocar no endereço de permanênica nos EUA. A nobre senhora então inquiriu: - Você não tem lugar para ficar nos Estados Unidos? Bom, deixemo-la de lado, afinal foram tantos outros acontecimentos que esse post "ficaria" gigante.
Já sobrevoando NYC precisamos esperar uns 15 minutos até ter liberação para pouso. Primeiro devido a chuva que caía na Big Apple e segundo por causa do intenso tráfego aéreo. Pousamos, e mais uns 40 minutos esperamos até que um avião saísse do portão onde estacionaríamos. Nesse meio tempo vi o absurdamente lindo A380-800, maior avião de passageiros do mundo. Bela ave!!!
Me dirige para a emigração e na fila um homem acampanhado de sua esposa me disse: - Você tem cara de quem mora aqui. Respondi que sim, mas que na verdade não morava nos EUA e sim no Canadá, em Montréal. Mentira né gente, afinal era minha primeira vez colocando os pés naquela cidade, naquele país.
Fui chamado pelo agente de imigração que me perguntou se eu falava inglês. - Yes, I do, eu respondi. Me perguntou o que eu estava indo fazer nos EUA e tendo respondido que ia ao Canadá, ele me perguntou o que faria no Canadá? Pensei: - caríssimo, não é da sua conta!!! Respondi: - estou indo para ativar meu status de residente permanente. Quando falei isso quase que o cara pulou da cadeira. - Você vai fazer só isso? Eu, velho de guerra e já sabendo o que estava por vir, respondi categórico: - No, I'm coming to stay!
Vou parar o post por aqui por que até chegar em Montréal, a "via sacra" continuou!!!
À bientôt.
Sou enrolado, na verdade sou muito enrolado. Confesso que fiquei meio cansado após a viagem e, por isso, somente hoje venho começar a relatar os passos dessa viagem desde Confins (Aeroporto Internacional de Belo Horizonte) até o Pierre Elliott Trudeau (Aeroporto Internacional de Montréal). Bom, vamos lá por que o relato tende a ser longo.
Como sempre deixei para arrumar minhas malas no último momento. No dia 05/03 fui trabalhar na parte da manhã (entenda-se de 06h00 às 12h00) pois trabalho "é mato" na empresa onde me dignifico enquanto ser humano, rsrsrs. Não por acaso somos líderes de mercado! Cheguei em casa lá pelas 13h00 e fui logo dar uma olhada em algumas coisas que eu colocaria em cima de minha cama para já começar a organizar tudo. Minha mãe tinha ido ao centro da cidade comprar alguns acessórios como touca, luvas e mesmo roupa térmica para que eu não morresse congelado em Montréal, rsrsrs.
Para não prolongar muito, fui acabar de arrumar a mala eram mais ou menos 23h30. Tinha acordado 05h30 na manhã anterior e ia acordar na madrugada seguinte 03h30 para seguir para o aeroporto. Resumo da história, estava quase virando um zumbi! Mas a expectativa e o ânimo eram tão grandes, que nem me maculei com as poucas horas dormidas.
Tomei meu banho e num piscar de olhos, estava eu acordado. Chovia forte e continuamente em BH e depois de olhar os últimos detalhes, meu pai e eu nos dirigimos para portão de casa, onde um taxista já nos aguardava para nos levar até Confins. Levamos mais ou menos 50 minutos para chegar até o AITN (Aeroporto Internacional Tancredo Neves). Apesar de ser ainda 05h00 da matina a fila do embarque da TAM já estava grande. Fui logo entrando nela e chegando na atendente fui questionado sobre em qual endereço ficaria no Canadá e fiquei meio tenso pois ela achou "ruim" que meu passaporte já estivesse para vencer (dia 22/03). Argumentou que alguns países exigiam uma validade de tal documento de no mínimo 6 meses de validade a partir da data da viagem. No fim das contas emitiu o bilhete e fui direto para a sala de embarque pois já eram 05h40 e meu voo estava marcado para sair às 06h00.
Me despedi do meu pai. Logo estava dentro do A320 da TAM. Estava chovendo bem forte na hora em que decolamos rumo a Guarulhos (Aeroporto Internacional André Franco Montoro). O voo levou em torno de 01h10 e sem maiores problemas pousamos e já fomos redirecionados para o embarque internacional. O voo para New York partiria às 08h45. Na hora de entrar no avião novamente fui questionado sobre a validade de meu passaporte (que saco!), mas não reclamei, afinal era um profissional exercendo sua função. Outro questinamento foi feito sobre meu visto de imigrante. A moça perguntou por que estava indo tão em cima da hora, se meu visto tinha sido emitido em agosto do anos passado. Respondi que ainda estava válido e que por motivos diversos somente agora tinha ocorrido a possibilidade da viagem.
A bordo de A330-200 da TAM decolamos mais ou menos às 09h00 rumo a NYC. Delícia, rs!!! Uma senhora foi ao meu lado e durante todo o voo passei por situações cômicas. Primeiro ela me pediu para ajudá-la a ajustar algumas configurações para que pudesse assistir filmes e ouvir músicas no sistema de entretenimento do avião. Até aí tudo bem. Ajudei inúmeras vezes. Em algum momento ela me perguntou o que eu estava indo fazer nos EUA. Respondi que na verdade estava indo para o Canadá para ativar meu status de residente permanente daquele país. Ela sem a menor cerimônia comentou: - Nossa, não sabia que o Canadá estava facilitando assim a entrada de emigrantes. Pensei comigo e com todo respeito: Gente, o que essa encantadora senhora quer dizer com isso?
Voltei a ajudá-la durantes as refeições e na hora de preencher o formulário de entrada nos EUA, comentei com a comissária que não estava indo para lá e o que deveria colocar no endereço de permanênica nos EUA. A nobre senhora então inquiriu: - Você não tem lugar para ficar nos Estados Unidos? Bom, deixemo-la de lado, afinal foram tantos outros acontecimentos que esse post "ficaria" gigante.
Já sobrevoando NYC precisamos esperar uns 15 minutos até ter liberação para pouso. Primeiro devido a chuva que caía na Big Apple e segundo por causa do intenso tráfego aéreo. Pousamos, e mais uns 40 minutos esperamos até que um avião saísse do portão onde estacionaríamos. Nesse meio tempo vi o absurdamente lindo A380-800, maior avião de passageiros do mundo. Bela ave!!!
Me dirige para a emigração e na fila um homem acampanhado de sua esposa me disse: - Você tem cara de quem mora aqui. Respondi que sim, mas que na verdade não morava nos EUA e sim no Canadá, em Montréal. Mentira né gente, afinal era minha primeira vez colocando os pés naquela cidade, naquele país.
Fui chamado pelo agente de imigração que me perguntou se eu falava inglês. - Yes, I do, eu respondi. Me perguntou o que eu estava indo fazer nos EUA e tendo respondido que ia ao Canadá, ele me perguntou o que faria no Canadá? Pensei: - caríssimo, não é da sua conta!!! Respondi: - estou indo para ativar meu status de residente permanente. Quando falei isso quase que o cara pulou da cadeira. - Você vai fazer só isso? Eu, velho de guerra e já sabendo o que estava por vir, respondi categórico: - No, I'm coming to stay!
Vou parar o post por aqui por que até chegar em Montréal, a "via sacra" continuou!!!
À bientôt.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
1 semana!
Boa noite a todos! Estou eu aqui com o headset ouvindo "The winner takes it all" do ABBA. Sou fascinado com o grupo assim como com Bee Gees também, rsrs. Alguns colegas dizem que pareço mais alguém que vivenciou a juventude nas décadas de 1960, 1970 e 1980, que nos anos 2000!
Mas vamos lá, faltam 7 dias. Nossa, outro dia estava contando 7 semanas e agora são somente 7 dias. Fico até com medo, afinal o tempo está passando tão rápido que logo estarei contando as semanas depois da viagem.
Já estou com um a programação mais que intensa para os 5 dias líquidos que ficarei em Montréal. Pontos turísticos, palestras na Biblioteca Nacional, alguns curríclos entregues, entre outras coisas. A ansiedade é grande e a felicidade também. Ver um plano de mais de 14 anos começando a se tornar de fato realidade.
Bom, esperem que semana que vem volto para dizer um "até logo" e depois muitas fotos, muitas mesmo, quero rechear este blog com imagens, vídeos. Vão precisar de muita paciência para lerem tanta coisa.
Bom, vou lá por que estou com sono e amanhã tem trabalho!
À bientôt.
Mathieu
Mas vamos lá, faltam 7 dias. Nossa, outro dia estava contando 7 semanas e agora são somente 7 dias. Fico até com medo, afinal o tempo está passando tão rápido que logo estarei contando as semanas depois da viagem.
Já estou com um a programação mais que intensa para os 5 dias líquidos que ficarei em Montréal. Pontos turísticos, palestras na Biblioteca Nacional, alguns curríclos entregues, entre outras coisas. A ansiedade é grande e a felicidade também. Ver um plano de mais de 14 anos começando a se tornar de fato realidade.
Bom, esperem que semana que vem volto para dizer um "até logo" e depois muitas fotos, muitas mesmo, quero rechear este blog com imagens, vídeos. Vão precisar de muita paciência para lerem tanta coisa.
Bom, vou lá por que estou com sono e amanhã tem trabalho!
À bientôt.
Mathieu
domingo, 20 de fevereiro de 2011
2 semanas!!!
Sumido, às vezes me pergunto por que sou tão enrolado, rs! Sem muitas delongas, passo aqui para reforçar a contagem regressiva, que é, digamos, descontínua! 7 semanas, 6 semanas, 5 sem...., ops, 2 semanas, olha a descontinuidade aí atrás, rsrsrs!
Pessoal, sei que no último post havia dito que pediria conta na empresa onde trabalho e que comunicaria à minha família que meus planos eram de me mudar imediatamente! Não saiu como eu planejei. Mas melhor assim! Quando as coisas são feitas meio de "supetão" sinto que estão fadadas a darem errado.
Ponderei depois do post, conversei com um amigo que já está em Montréal e decidi que iria em março para ativar o status de residente e que voltaria para o Brasil, porém, já com data de retorno (essa em definitivo) ao Canadá. Ainda não sei o dia exato, mas será em julho próximo. Terei completado um ano de empresa, e até lá vou tentando conversar com meu chefe para ver se ele me dispensa, ao invés de eu ter de pedir demissão!
Era só isso mesmo pessoal. Volto semana que vem para a contagem regressiva dos dias, já que a de semanas não ficou legal.
À très bientôt!
Mathieu
Pessoal, sei que no último post havia dito que pediria conta na empresa onde trabalho e que comunicaria à minha família que meus planos eram de me mudar imediatamente! Não saiu como eu planejei. Mas melhor assim! Quando as coisas são feitas meio de "supetão" sinto que estão fadadas a darem errado.
Ponderei depois do post, conversei com um amigo que já está em Montréal e decidi que iria em março para ativar o status de residente e que voltaria para o Brasil, porém, já com data de retorno (essa em definitivo) ao Canadá. Ainda não sei o dia exato, mas será em julho próximo. Terei completado um ano de empresa, e até lá vou tentando conversar com meu chefe para ver se ele me dispensa, ao invés de eu ter de pedir demissão!
Era só isso mesmo pessoal. Volto semana que vem para a contagem regressiva dos dias, já que a de semanas não ficou legal.
À très bientôt!
Mathieu
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